Grupo altaCena

Olá,

Aqui fala um menino que dá pelo nome de altaCena.

Foi no ano de 1999 que nos juntámos à volta de uma mesa e achámos que era a altura de ferrar os dentes na inércia. Estávamos na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, local de grandes tradições teatrais, onde sempre tinha havido um grupo de teatro, mas que de momento se encontrava adormecido. Resolvemos acordá-lo e nasceu o Grupo de Teatro altaCena da Sociedade Guilherme Cossoul em tempos apelidada de Conservatório da Rua da Esperança, visto aqui terem trabalhado muitos dos actores portugueses.

Nasci com a vontade de mostrar ao mundo autores portugueses pouco ou nunca representados e não só, queremos acima de tudo contribuir para um teatro feito em português. Para que os nossos autores possam ver as suas obras crescerem em cima de um palco e também assim poderem aperfeiçoar os seus trabalhos. Mas por vezes também nos apetece trabalhar autores estrangeiros e já apresentámos dois.

Em três anos representámos nove textos, participámos em Festivais, fizemos digressões, organizámos exposições, recebemos companhias de teatro amadoras e profissionais, enfim participámos activamente para que o Teatro seja uma festa constante.

Somos uma criança pequena e estamos a crescer.

Se tens algum texto que está na gaveta, envia-nos, prometemos  que o vamos ler e conversar contigo depois. Vem daí conhecer as nossas instalações e assistir aos nossos espectáculos, vais gostar de conhecer um local de cultura e com muitas tradições na cidade de Lisboa.

Olha, encontramo-nos por aí nas salas de teatro a participar, a contribuir para um mundo melhor.

Peças do Grupo de Teatro altaCena

 

A Birra do Morto

1999

Vicente Sanches ao escrever A Birra do Morto (texto tantas vezes feito nos palcos portugueses), também se revoltou contra quem quis matar um país, uma identidade, uma cultura. Deixe-se levar na parábola e embirre connosco, sobretudo deixe-se levar pelo sentimento, pelo humor e viva. Não se deixe morrer e por favor, seja feliz.

 

De: Vicente Sanches

Encenação: José Boavida

Interpretação: Alexandra Parrado, Helena Madeira, José Afonso, Manuel Oliveira Marques, Milú, Olga Moreira, Pedro Barbeitos, Pêpê, Ricardo Adónis, Rita Lima e Sónia Alves

Música: Rapsódia Fúnebre e interpretado por Edmea Tétua

Piano: Alberto Augusto Miranda

Figurinos: Sandra Sousa

 

 

O Lixo

2000

De temática real e bastante actual, Lixo visa a marginalidade, um problema quotidiano e bastante preocupante, não só pela sua gravidade, mas também pela banalidade com que cada vez mais é abordado.
Expressa numa linguagem fluída e contemporânea, esta história conta-nos a vida de dois homens e uma mulher sem-abrigo, excluídos da sociedade - talvez por opção, talvez sem outra opção. E é no auge desta abordagem que surgem uma série de questões (retóricas?): Qual o papel que deverá assumir a sociedade com estes elementos? Indiferença! Arrogância! Pena! Tolerância! Solidariedade! Tentativas falhadas e provavelmente pouco eficazes para a sua inclusão?!…

 

De: Francisco Nicholson

Encenação: José Boavida

Interpretação: Ana Luísa Gil, Ana Rosenbusch, Élio Coelho Luís, Fátima Brito, Joaquim Lopes, José Afonso, Milú, Pêpê, Raquel Jonas, Rita Lima e Sónia Alves

Cenografia: Susana Santos Silva

Música Original: Alberto Augusto Miranda e interpretado por Milú

 

Som e Luz: Hermínio Chaves Fernandes

 

Os Maleficios do Tabaco

2000

É o tema duma conferência a realizar por Ivan Ivanovitch, funcionário de sua própria mulher num pensionário particular e numa escola de música, ou o drama pungente dum homem vencido pela monotonia e falta de sentido da vida, aparentemente resignado ao ruir de todos os seus sonhos, à amargura de não poder alcançar o lugar onde o céu é imenso e a lua tranquila e clara.

 

Um Espectáculo Concebido e Interpretado por: Joaquim Lopes

 

Amanhã Recomeçamos

2000

Um conto. Um retrato da nossa sociedade, na qual o domínio da “comunicação artificial” substituiu a escassa “comunicação humana”.
Um texto que nos fala da não-comunicação: a não-partilha das nossas vivências, das nossas convicções e a não-construção da nossa identidade.
Consequentemente, e baloiçando entre o que é (suposto ser) normal e o patológico, construimos o nosso caminho em direcção à desintegração do eu, procurando, num ciclo vicioso, o refúgio nos tão estereótipados modelos sociais.

 

De: David Mourão-Ferreira

Encenação: Hermínio Chaves Fernandes

Interpretação: Ana Luísa Gil, Helena Madeira, Manuel Oliveira Marques e Ricardo Adónis

Música Original: Alberto Augusto Miranda

Espaço Cénico e Figurinos: Ricardo Adónis

Som e Luz: Hermínio Chaves Fernandes

 

 

O Binóculo

2001

Neste texto, O Binóculo, Manuel Lourenzo leva-nos mais uma vez ao interior da condição humana. Como se fosse possível espreitar para dentro de nós pelo buraco da fechadura. Como se só houvesse solidão, a que grassa neste mundo, a que se instalou com a invenção de internetes e outras que tais.
O Binóculo faz parte do Teatro Mínimo que Manuel Lourenzo escreveu. Teatro Mínimo, mas Máximo de Humanidade. Na boca e nas acções destas duas (?) mulheres está a dor de quem viveu uma vida inteira num cárcere, na prisão de um corpo, obrigado a vender-se para o prazer de clientes e a ignomínia de chulos.
Duas mulheres ou uma só?
Alguém que procura a liberdade, mas é já tarde de mais. Alguém que procura a clarabóia, a luz, mas não há nenhum salva-vidas disponível e por mais códigos de Morse, ou S.O.S, ou pessoas por perto, ou mãos estendidas, só se encontra impotência, desespero…morte…
Ao que o ser humano pode chegar! Ao que de mais baixo pode chegar a condição humana!
“In-solidária” (frase da peça O Binóculo) vida esta!!!

 

De: Manuel Lourenzo

Tradução: Hermínio Chaves Fernandes

Encenação: José Boavida

Interpretação: Alexandra Parrado e Ana Luísa Gil

Música Original e ao Vivo: Diogo Vida

Cenografia e Figurinos: Joana Gonçalves e Pedro Vladimiro

Som e Luz: Hermínio Chaves Fernandes

 

 

Hino Breve às Cadeiras

2001

Em Hino Breve às Cadeiras, o Homem está perdido e todas as suas acções se tornam inúteis. Existem uma desilusão e um descontentamento significativos, reflectindo um sentimento de ausência de identidade. O propósito desta peça é libertar a tensão dramática sem a necessidade de uma estória encantada, ainda que se satirize e exagere a mediocridade do quotidiano da sociedade burguesa com as suas formalidades sem sentido. É a tragédia da linguagem, onde as personagens não conseguem verdadeiramente comunicar. Caracteriza-se também a falta de conexão lógica entre os elementos: o acaso e a ideia súbita dominam, bem como a ausência de intriga, de arquétipos definidos e de psicologismo e de psicologismo. Absurdo, quero dizer.

 

De: Carlos Macedo-Lacerda

Encenação: José Boavida

Interpretação: Ana Luísa Gil, Ana Maria Fernandes, Ana Rosenbusch, Élio Coelho Luís, Filipe Lourenço, José Afonso, Manuel Oliveira Marques, Miguel Santos, Olga Moreira, Rita Lima e Sónia Alves

Música Original: José Dias

Cenografia: Ricardo Adónis

Apoio Coreográfico: Marinela

Cartaz: Joana Gonçalves e Pedro Vladimiro

Som e Luz: Pedro Lobo

 

 

Boris, o Grand-Dannois

2001

Em Boris, o Grand Danois, Walter e Victória, marido e mulher, discutem se devem ou não “matar” a memória, desfazer-se da herança do velho Thomas Rasmussen, pai de Walter. Não porque essa memória os incomode grandemente ou seja causa de infortúnios acrescidos, mas antes como expediente para não enfrentarem as verdadeiras razões do esvaziamento, da progressiva deterioração da sua própria relação conjugal e humana. Não é que essa memória esteja isenta de culpas, só que não é ontologicamente aceitável fazer dela bode expiatório dos falhanços e frustrações dos “herdeiros” dessa memória. Daí que se tenha imposto à encenação a necessidade de fazer aparecer em palco, corporizada, a Memória, representando tanto o passado mais longínquo, o tempo do velho Rasmussen, como o passado recente, o da própria história que se conta. A personagem Memória assume no espectáculo um duplo papel: o de “narradora” e o de “encenadora”, o papel de alguém que diz o que viu ou registou e que, ao fazê-lo, reescreve os factos e os ambientes do passado.

 

De: Diego Armés dos Santos

Encenação: Hermínio Chaves Fernandes

Interpretação: Élio Coelho Luís, Pedro Lobo, Suzana Rodrigues, Milú e Rita Lima

Música Original: Alberto Augusto Miranda

Cenografia e Figurinos: Hermínio Chaves Fernandes

Cartaz: Miguel Santos

Som e Luz: Alexandre Pires
A Peça Chama-se Assim?

2001

A primeira  série de sketches humorísticos, na linha do non-sense britânico, cuja linha condutora é um estúdio de televisão. Constituem um reflexo do absurdo que são o quotidiano e a sociedade portuguesa. Aqui está patente a fragilidade de tudo o que é tido como inabalável num sistema de valores democrático e a ridícula mesquinhez humana.

De: José Carlos Dias

Encenação: José Boavida

Interpretação: Diogo Lino, Filipe Lourenço, Milú, Ana Maria Fernandes,  Fátima Brito, Pedro Acabado, Pedro Lobo,, José Afonso, , Miguel Santos, Francisco Borges, Élio Coelho Luís, Rita Lima e Suzana Rodrigues

Música Original: José Carlos Dias

Cartaz: Pedro Silva Lopes e Miguel Santos

 

Som e Luz: Ana Luisa Gil

 

 

 

Vernissage

2002

Vernissage fala-nos da história de um próspero e jovem casal que convida um amigo de longa data para comemorarem e assistirem em conjunto ao resultado final dos melhoramentos provacados pela remodelação do seu modesto apartamento.

De: Václav Havel

Encenação: Carlos Lacerda

Interpretação: Ana Luisa Gil, Élio Coelho Luís e Miguel Santos

Cenografia e Figurinos: Isabel Câmara Pestana

 

Cartaz: Alexandre Pires

Som e Luz : Filipe Lourenço e Milú

 

Chapéus há Muitos

2002

Três chapéus mágicos, dois irmãos e a vontade de correr mundo, um hino à amizade, um reino às voltas com um feitiço, uma cozinheira desastrada, um rei preocupado com a felicidade da sua filha e um homem que compra tudo, menos a alegria de viver. Uma história divertida com um final feliz, para miúdos e também para os pais deles.

De: Carlos Manuel Rodrigues

Encenação: José Boavida

Interpretação: Diogo Lino, Filipe Lourenço, Milú, Ana Maria Fernandes, Inês Acabado, Ana Luisa Gil, Fátima Brito, Pedro Acabado, Pedro Lobo, Jorge Completo, José Afonso, Rodrigo Pinto, Miguel Santos, Henrique Gomes

Música Original: José Carlos Dias

Cenografia: Isabel Câmara Pestana

Execução Cenográfica: Pedro Alpiarça

Marionetas: Delphim Miranda

Som e Luz: Élio Coelho Luis e Suzana Rodrigues

 

 

Suicídio de Amor por um Defunto Desconhecido

2003

Se foi suicídio, como dizem que foi, ninguém explica as cinco balas no corpoi de Blanquita. A mãe declarou que Blanquita nunca se importou de vomitar quanto se empanturrava com alguma coisa de que gosta-se muito, muito. A última coisa que vomitou foi bolachas e, desde aí a vida de Blanquita mudou para sempre.

De: Angelica Liddell

Encenação: Herminio Fernandes

Interpretação: Suzana Rodrigues, Ana Luisa Gil, Pedro Lobo, Élio Coelho Luís, Miguel Santos, Milú, Rita Cunha, Diogo Lino, Paulo Azevedo, Carlos Casimiro,Música Original: Alberto Augusto MirandaCenografia: Isabel Câmara Pestana

Cartaz: Alexandre Pires

Som e Luz: Alexandre Pires

 

 

 

 

O Tempo Aperta 2004

O Tempo Aperta é quase um monólogo sob a forma de diálogos ventríloquos que tentam conjurar ausências. Perante a morte do irmão, último elo do seu núcleo afectivo-estruturante, um homem inicia um psicodrama diante do cadáver fraterno.  

De: António Tabucchi

Encenação: Carlos Lacerda

Interpretação: Jorge Completo e Diana Amaral

Cenografia e Figurinos: Isabel Câmara Pestana

 

 

Cartaz: Miguel Santos

Som e Luz : Hermínio Chaves Fernandes

 

A Peça Continua Assim?

2004

 

Segunda  série de sketches humorísticos, na linha do non-sense britânico, cuja linha condutora é um estúdio de televisão. Constituem um reflexo do absurdo que são o quotidiano e a sociedade portuguesa. Aqui está patente a fragilidade de tudo o que é tido como inabalável num sistema de valores democrático e a ridícula mesquinhez humana.

De: José Carlos Dias

Encenação: José Boavida

Interpretação: Diogo Lino, Filipe Lourenço, Milú, Inês Acabado,  Rita Cunha, Pedro Acabado, Pedro Lobo, José Afonso, , Miguel Santos, Carlos Casimiro , Élio Coelho Luís, Ana Luisa Gil, Henrique Gomes  e Suzana Rodrigues

Música Original: José Carlos Dias

Cenografia: Isabel Câmara Pestana

Cartaz: Tiago Alves Mendes

 

Som e Luz: Rita Lima

 

Sonho de Uma Noite de Verão

2005

Dois casais de jovens apaixonados esforçam-se por conseguir optar pelo verdadeiro amor, nem que para isso tenham de ir contra o desejo dos pais. Combinam encontros secretos na floresta, onde também se reúnem um grupo de amigos afim de ensaiar uma peça de teatro. Nessa mesma floresta existem ainda seres mitológicos que , numa luta pela supremacia interferem prepositadamente com a vida dos humanos que os visitam.

De: William Shakespeare

Encenação: Vicente Morais

Interpretação: Carlos Casimiro, Diogo Lino, Élio Coelho Luís, Inês Acabado, José Afonso, Milú, Miguel Santos, Pedro Acabado, Pedro Lobo, Rita Cunha e Rita PereiraMúsica Original: Manuel GuimarãesCenografia: Isabel Câmara Pestana

Cartaz: Tiago Alves Mendes

 

Som e Luz: Ana Luisa Gil e Paulo Azevedo

 

Monta Cargas

2005

Dois homens aguardam por algo num quarto barato de um hotel. este quarto situa-se numa cave que outrora terá sido a cozinha de um restaurante. A determinado momento surge um Monta Cargas com estranhos pedidos. Quem lhes envia estas mensagens e o porque esperam estes homens? De: Harold Pinter Encenação: Élio Coelho Luís

Interpretação: Filipe Lourenço  e Miguel Santos

Cenografia: Isabel Câmara Pestana Cartaz: Tiago Alves Mendes

 

Som e Luz: Diogo Lino e Pedro Lobo

 

 

 

 

 

Casa de Mulheres

2005

Apresentada como peça teatral com denominação de comédia, tem apenas uma didascália no fim. Em Casa de Mulheres o que conta não é a intriga, mas a personagem e as palavras que à custa dela ganharam vida. De: Dácia Maraini  

Encenação: Carlos Lacerda

Interpretação: Inês Acabado

Cenografia e Figurinos: Isabel Câmara Pestana Cartaz: Helena Prata

 

Som e Luz: Diogo Lino e Pedro Lobo

 

Farsa de Noé

 

2006

 

Transformaram-se os tempos e transformaram-se as personagem de uma história biblíca. Em pleno século XXI Noé volta a reunir um grupo, mas desta feita não são animais mas sim os mais diversos profissionais que possam premitir a continuidade da humanidade.  

De: João Miranda e Rui Sinel Cordes

 

Encenação: José Boavida

Interpretação: Paulo Azevedo, Ana Luisa Gil, Pedro Lobo, José Afonso. Rita Cunha, Raquel Jonas, Carlos Casimiro, Vasco Ribeiro, Inês Mieiro, Raquel Baptista, Rúben Coelho e Carolina Santos

Cartaz: Helena Prata 

Som e Luz: Frederico Diogo

 

Azul

 

2007

 

Azul. Uma obsessão. Uma paixão. Apenas uma brincadeira na procura da paz e na exorcisação da culpa. Um “faz de conta” entre a doença mental e a fonte da sua cura numa exploração da mente humana. A história de quem sofreu a perda e se tornou … azul.

Apenas um jogo a dois onde nunca se sabe quem venceu.

De: Knarf Van Pellecom

O Amante

 

2007

 

 

 

Em O Amante, a sociedade moderna é exposta de uma forma singular, através da experiência de um casal e da forma como enquadram as suas relações extraconjugais no contexto do seu casamento. Poderá ser um dramaou uma comédia, depende da modernidade de cada um…

De: Harold Pinter

 

Encenação: Miguel Santos

Interpretação:  Ana Luisa Gil, Diogo Lino e Pedro Lobo

Cenografia: Isabel Câmara Pestana

Cartaz: Tiago Alves Mendes  

Som e Luz: Élio Luís e Carlos Casimiro

 

 

Um Lugarzinho no Céu

 

2009

 

 

 

 

Fidélio, Casimiro e Mirovic são arrumadores. Anunciada, empregada doméstica, é namorada de Fidélio, trazendo-lhe todos os dias dinheiro e comida . Fidélio é o patrão da zona e é ele que comanda o trabalho mesmo que um deles, Mirov, seja também controlado por uma mafia que se dedica a colocar arrumadores ucranianos em vários pontos da cidade. Embora Mirov faça tudo para passar despercebido, já que o seu único objectivo seja arranjar dinheiro para voltar para casa, acaba por ser o alvo do ciúme de Fidélio, que tem receio que este lhe roube a fonte de rendimento fixa que lhe vem de Anunciada. Por outro lado a predilecção que Anunciada tem pela companhia de Mirov só vêm agravar a posição deste. A certa altura Anunciada começa a apoiá-lo de uma forma mais explícita. Começa por lhe dar a comida que trazia para Fidélio e finalmente, dá-lhe mesmo dinheiro, para que ele possa mais rapidamente regressar a casa.

De: Joaquim Paulo Nogueira  

 

Encenação: Joaquim Paulo Nogueira

Interpretação:  Ana Luisa Gil, Filipe Lourenço, Miguel Santos e Rui Ferreira

Cenografia: Isabel Câmara Pestana

Cartaz: Tiago Alves Mendes  

Som e Luz: Élio Luís,  Carlos Casimiro e Dina Marques

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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