Historial

Sociedade Guilherme Cossoul, aos 125 anos

MAIS VIVA QUE NUNCA

Nasceu para a música e tem nome de músico, mas haveria de ser o teatro o seu amor mais duradouro e mais fértil. Em obra e em glória.

O Grupo de Teatro altaCena prossegue e actualiza a tradição nesse campo, sob a direcção de José Boavida.

Hoje, a Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul continua a ser alfobre de novos talentos. Não só no teatro, mas também na literatura, nas artes plásticas e noutros domínios.

O departamento literário e as suas Edições Tema e Edições Fluviais têm revelado genuínos talentos na poesia, no romance, no ensaio e na dramaturgia. As instalações da Guilherme Cossoul estão constantemente abertas a debate de ideias e temas (filo-cafés), bem como à prática e divulgação da pintura, do desenho, da escultura, da fotografia, da dança e, num regresso às origens, da música.

Pode dizer-se que está mais viva que nunca.

Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul

FUNDADA EM 1885

A Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul é uma das mais antigas e prestigiadas de Lisboa. Foi fundada em 7 de Setembro de 1885 por 47 amadores de música e admiradores de Guilherme Cossoul – compositor e violoncelista português do século XIX e fundador dos bombeiros voluntários em Portugal.

Ao longo da sua existência, foi sempre um espaço de forte dinamização cultural e cívica. Satisfez necessidades educativas, artísticas e desportivas dos seus associados e da cidade de Lisboa. Alfabetizou cidadãos, ensinou ofícios, formou campeões desportivos, músicos, actores, encenadores, dramaturgos, cenógrafos e técnicos de cena.

O seu contributo para o incremento do teatro português pode avaliar-se pelos nomes que daqui emergiram ou aqui se afirmaram:

Encenadores: Jacinto Ramos, José Viana, João Pedro de Andrade, Fernando Gusmão, Artur Semedo, Rogério Paulo, Carlos Avilez, Humberto d’Ávila, Varela Silva, e mais recentemente, Ildefonso Valério, José Martins, Estrela Novais, José Boa Vida, entre outros.

Actores: Alda Rodrigues, Alina Vaz, Celestino Silva, Dinah Stichini, Fernanda Alves, Gilberto Gonçalves, Glicínia Quartin, Grece de Castro, Henrique Viana, Isabel Wolmar, Jacinto Ramos, João Sarabando, José Terra, José Viana, Judite Marques, Luís Alberto, Luís Castanheira, Manuela Costa, Maria Bastos, Maria do Rosário, Raul Solnado, Senuel de Carvalho, Varela Silva e mais recentemente, Pêpê Rapazote, Pedro Barbeitos e Manuel Marques

Cenógrafos: Álvaro Marques, António Botelho, Bartolomeu Cid, Calvet da Costa, Carlos Ribeiro, Conceição e Silva, Figueiredo Sobral, Henrique Cayatte, José Viana, Lima de Freitas, Mário Alberto, Octávio Clérigo, Regina Rezende, Rogério Ribeiro, Rui A Pereira, Sá Nogueira.


Actriz : Manuela Costa

em: “Guerra do Alecrim e Manjerona” (1982)

de: António José da Silva, “o judeu”

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