Nov 02

De 7 a 12 de Setembro, festejamos 125 anos com uma nova casa,

novos projectos e uma nova vida

Os 125 anos da Guilherme Cossoul apanham a prestigiada colectividade lisboeta numa grande agitação e frenesim com o início das obras no Palácio de Laguares, o novo espaço cedido pela CML. As comemorações deste ano têm vários momentos de destaque como o lançamento do livro “Guilherme Cossoul 125 anos, por gosto e um pouco mais de Cultura”, a exposição de fotografias evocativa dos 125 anos da Cossoul e a estreia do filme “Guilherme Cossoul 125 Anos” de José Meireles.

A festa de aniversário desta importante casa do teatro, em tempos designada por “Conservatório da Esperança”, onde se estrearam grandes nomes do teatro português, integra ainda a peça de Teatro, “Vista sobre o mar” de Knarf Van Pellecom, encenada por José Boavida, o espectáculo musical “Tom Iluminado” (Homenagem a Tom Jobim) e os concertos de João Rei Villar, e da banda Njinjiritane.

As actividades irão ser realizadas tanto no novo espaço, no Palácio de Laguares, como no espaço que a Guilherme Cossoul ainda ocupa na Av. D. Carlos I, em Santos.

10 de Setembro, 2010 – Guilherme Cossoul de Santos

21.30h – Peça de teatro, “Vista sobre o mar” de Knarf Van Pellecom, encenada por José Boavida, com Cristina Areia, Vera Fontes e Guilherme Barroso.

24.00h – Concerto com João Rei Villar.

11 de Setembro, 2010 – Guilherme Cossoul de Santos

19.00h – Tertúlia literária pelo Núcleo Literário da Guilherme Cossoul.

21.30h – Peça de teatro, “Vista sobre o mar” de Knarf Van Pellecom, encenada por José Boavida, com Cristina Areia, Vera Fontes e Guilherme Barroso.

23.30h – Concerto com a banda Njinjiritane.

12 de Setembro, 2010 – Guilherme Cossoul de Santos

12.00h – Inauguração da exposição de artes plásticas seguida do almoço de confraternização anual de sócios

14.00h – Início de matiné dançante com banda convidada.

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Nov 28

 

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Nov 14

 

Em Janeiro de 2006, 5 elementos decidem formar uma banda com o intuito de animar um café-concerto. Mas é em Abril de 2007 que se consolida um conceito de inovar temas já criados e nascem os Treeboot, que iniciam uma nova e longa aventura.

Formação actual:

Virgínia Rodrigues – voz

André da Costa – voz

Marta Simões – baixo

Fábio Coelho – variax

Gonçalo Duarte – bateria

Têm prestado o seu tributo a monstros do mundo pop e rock em locais como:

• Rock in Chiado
• Angel’s Bar
• Guilherme Cossoul
• Cave na casa dos pais da Marta
• Café da Ponte
• Windclub
• Estádio de Wembley (o antigo)
• Dudu Bar

Os monstros exorcizados nestes locais de culto incluem, entre outros: Beatles, Radiohead, Blondie, Stevie Wonder, Robbie Williams, Susana Félix, Queens of the Stone Age, The Police, Taxi, Patrice, Bob Marley, Da Weasel, Outfield,….

www.myspace.com/treeboot

Entrada: €3 (Sócios) | €5 (Não sócios)

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Nov 17

Até que ponto podemos encontrar o homem contemporâneo no herói da “Metamorfose”?
A visão caótica e labiríntica do homem Kafkiano é intemporal e transversal a uma sociedade inteira passando por todos os possíveis extractos sociais e profissionais. O homem total, a humanidade, fica presa aos seus absurdos, nos seus limites, nas armadilhas presentes em todo o tipo de convenções sociais e necessidades de sobrevivência.
A traição lenta e silenciosa a nossa natureza mais íntima metamorfoseia-nos em quê? A transformação incompreensível de Gregor num escaravelho também remete à invisibilidade da dignidade humana. Estaremos hoje numa posição mais digna? A disparidade entre o que somos e aquilo em que nos transformamos sem que aparentemente ninguém estranhe deixa-nos frente a frente com uma solidão opressora, quase sinistra forçando-nos à insignificância.
Procuramos que a “Metamorfose” possa ter um sentido inverso, um outro sentido. Um sentido em direcção à dignidade, ou outra metamorfose. Não são muitos os homens que, tomando consciência das suas “escravaturas” se libertam para voos mais altos. A nossa proposta de encenação da “Metamorfose” incide justamente nessa tentativa.

FICHAS ARTÍSTICA E TÉCNICA

encenação e adaptação dramatúrgica | CLÁUDIA NEGRÃO | interpretação | JOSÉ MATEUS E PEDRO BARBEITOS | voz off | JOÃO FERRADOR, MARIA DO ROSÁRIO COELHO E SARA AGUIAR | apoio ao movimento | JOANA FURTADO | cenografia | HUGO MIGATA E PEDRO MEDEIROS | figurinos | SARA FRANQUEIRA | música original | CARLOS SANCHES, DAVID WAHNON E JOÃO NEVES | desenho de som | TIAGO INUIT | desenho de luz | TIAGO TRINDADE | execução e montagem cenográfica | RICARDO TRINDADE, ACÁCIO CRISTÓVÃO E VIRGÍLIO SILVA

ENTRADA:  €5 | Sócios    _    €7,50 | Não Sócios

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Nov 03

ELLE tem vindo a explorar o repertório musical POP dos Anos 80 numa linguagem jazzística. Um concerto de ELLE é uma viagem por momentos intimistas, onde a improvisação e a cumplicidade em palco determinam o sentido desse percurso.Brevemente em disco, o trabalho deste quinteto de Lisboa tem sido cortejado pela crítica como próximo dos universos musicais de Kurt Elling e de Cassandra Wilson.

Elisa Rodrigues | voz
Alcides Miranda | guitarra
José Dias | guitarra e melódica
Nuno Oliveira | contrabaixo
Alexandre Alves | bateria

Contacto | 96 734 05 51 | www.myspace.com/ellenujazz

ENTRADA: €3 | Sócios  ::  €5 | Não Sócios

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Nov 25

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Nov 02

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Nov 06

 

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