Mai 12


BIOGRAFIA

A tentação fácil de uma tradução literal do nome da banda daria os THE MOONSHINERS como “os que brilham ao luar”. A realidade é, porém, algo diferente. Com efeito, os THE MOONSHINERS vão buscar o seu nome à designação dada aos destiladores clandestinos, os quais, aproveitando a cumplicidade da noite (com o testemunho da Lua) produziam, em alambiques mais ou menos artesanais, mistelas às quais provavelmente só mesmo os mais optimistas (ou os menos avisados) ousariam chamar Whisky. Se ainda hoje existem Moonshiners, reportemo-nos porém à especial importância que assumiram durante o período da chamada “Lei Seca”. Aí vamos encontrar o Blues como um misto de canção de trabalho, de rebeldia, de marginalidade e, obviamente, de paixão que lhe está inevitável e fatalmente associada.

Fundada em 26 de Julho de 1996, na Rua Vale do Milho da vila de Algueirão, desde logo o seu objectivo consistiu em harmonizar as diversas influências musicais dos seus elementos (Blues, Rhythm & Blues, Soul, Rock, Experimental e World Music) no sentido de lançar a base em que assentou e assenta a construção do seu já vasto repertório temático original.

Os quase 13 anos de vida, asseguram que aquele objectivo tem sido bem conseguido.

Os The Moonshiners são:

VOZ: Catarina Raposo (Queen Kit)

GUITARRA: Orlando Amaral (Sekas Blues)

BAIXO: António Morais Sarmento (Sir Tony S.A.R.)

BATERIA & PERCUSSÕES: José Augusto (Titi Soul)

www.myspace.com/themoonshinersorg

Bilhetes: 3€ / 5€ não sócios

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Mai 18

 

Sinopse:

Sérgio Santiago, outrora um actor de grande reconhecimento do público, acorda no seu camarim ressacado e a sentir o peso da idade. Após ter faltado aos agradecimentos no final do espectáculo que acabara de representar, cansado e completamente sozinho, ri-se dele próprio e da sua velhice.

É então que surge Ana, uma jovem actriz da companhia, que veio ali para encontrar-se com alguém e encontra Santiago no camarim sozinho.

Sérgio descobre em Ana uma amiga e colega de profissão, um ombro onde vai relembrar o seu passado e as melhores personagens que interpretou durante a sua carreira.

Com a ajuda de Ana, recria em cena, as melhores cenas de Otelo, Rei Lear, Hamlet e Ricardo III do seu dramaturgo preferido, William Shakespeare.

A madrugada mágica e emocional de um actor e um duelo amigável que lhe alterará a perspectiva sobre tudo o que viveu.

Baseado no clássico “O canto do cisne” de Anthon Tchekov, O resto é silêncio é um espectáculo que proporciona ao público momentos encantadores e emocionantes, criando identificação pela metáfora do texto e pelas pitadas de humor negro da personagem central, cuja história prende, por ser aplicada a vida de um actor como também à vida de qualquer um de nós.
FICHA TÉCNICA

ELENCO    José Lobato e Luciana Ribeiro
DIRECÇÃO DE ACTORES    João Ascenso e Solange Santos
DIRECÇÃO TÉCNICA    Hugo Franco
CARACTERIZAÇÃO    Tiago Espírito Santo (STRAZZERA)
DESIGN    Mario Sousa
PRODUÇÃO EXECUTIVA    Bianca Oliveira
DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO    Andrea Lavareda

DURAÇÃO DO ESPECTÁCULO 1H
CLASSIFICAÇÃO M12

Bilhetes: 5€ / 7,5€ não sócios

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Mai 08

 

Bang Produções apresenta:

PEQUENA GALA DE STAND UP COMEDY

Paulo Oliveira e Carlos Moura

com apresentações dos alunos do 1º Curso de Stand up Comedy

Nelson Barbosa
Francisco Dores
Sérgio Silva
Pedro Rodrigues
Henrique Melo
Joãp Inácio
Bruno Esteves
Fernando Coelho
João Pinto

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Mai 26

Uma marmelada de estilos. Esta talvez seja a melhor expressão para definir os Voodoo Marmalade. Dos clássicos dos anos 50 e 60, passando pelo rock dos 80 até chegar ao pop contemporâneo, está lá tudo em versões acústicas e bem divertidas. Uma verdadeira máquina Bimby sonora capaz de misturar Madredeus com Manu Chao, George Michael com Johnny Cash e músicas tradicionais dos Açores com Metallica. Mas o que realmente distingue os VM é a sua formação pouco ortodoxa: 6 ukuleles (pulga saltitante em Polinésio), baixo e percursão.

http://www.myspace.com/voodoomarmalade

 

Sócios: 4€ Não Sócios: 5€

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Mai 05

Mike Bramble surge em 2008, com um projecto ambicioso de canções, onde a melodia do Pop se mistura com o aroma do Jazz e a textura do Soul, fazendo com que cada música tenha um diferente sabor. 

A excelente voz e a consistência da sua música já lhe valeram por várias vezes o “título” de novo Jeff Buckley, no entanto, Mike Bramble escreve canções sobre cenários reais da vida, apelando à positividade de sentimentos e atitudes.

Bilhetes: 3€ / 5€ não sócios

www.myspace.com/mikebramblemusic

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Mai 18

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Mai 11

Membros de influências particulares, juntaram-se para compor música original, na tentativa de criar uma identidade própria.

O estilo enquadra-se no rock “progressivo” cantado em português; progressivo no sentido que progride para uma evolução natural da música.

A dicotomia “fato/feto” realça a vida de um ser humano desde as suas primeiras sensações até ao auge do seu potencial.

 

www.myspace.com/fatofeto

 

Bilhetes: 3€ / 5€ não sócios

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Mai 11

Sinopse

Garcia Lorca retrata em D. Perlimplim  o tema “amor”. O amor material, o amor ardente e o amor de Perlimplim por Belisa, personagens base da tragédia de Lorca.

Perlimplim descobre o amor verdadeiro e constata ser demasiado velho para o desfrutar…, e assim desenvolve um percurso marcado por esse amor.

Autor: Frederico Garcia Lorca
Encenador: Manuel de Almeida e Sousa
Assistente de Encenação: Maria Emilia Reis
Actores: Ana Teresa Sousa, Diana Cipriano, Filipe Duarte, Liliana Duarte, Natasha Stóeva, Ricardo Servo

Dias 22 e 23 de Maio às 21:30

Bilhetes: 3€ / 5€ não sócios / 1,5€ para alunos do Liceu Passos Manuel

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Mai 18

 
MARYSA ALFAIA
“A VOZ DO SAMBA-HOUSE EM LISBOA”

www.myspace.com/marysaalfaia

Café Teatro Pedro Alpiarça
GUILHERME COSSOUL
Av. D. Carlos I, 61, 1º - Santos

Reservas: 21 397 3471 - 91 527 0160

DIA 20 DE MAIO - QUARTA FEIRA - 22h30

Bilhetes: 7,5€ / 10 não sócios

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Mai 05

Vai um concerto estreia de…

Tawne é como qualquer outro agrupamento de indivíduos, à sua maneira, que vive da diferença dos intervenientes, do cruzamento de vivências particulares e dessas intersecções que definem novos rumos para os indivíduos que se cruzam. De modo único, nada de novo. É evidência da Música como o mais forte denominador comum entre gente, independentemente, até certo ponto, da linguagem musical em causa.

Tawne nasce na Abrunheira, Sintra, com raízes em Miraflores, fruto da parceria de duas pessoas sempre isoladas de qualquer cena musical local: Nuno Cabecinha (baixo) e Frederico Furtado (bateria), amigos e colegas musicais de longa data. Os seus caminhos vão-se enriquecendo, injectando-se abertura a partir do contacto com outros músicos, mantendo-se até alguns projectos paralelos ao trabalho do duo.

Mais tarde são convidados para levar a sua Música a palco para dar som à peça Os Nomes Que Faltam, encenada por João Carvalho da companhia teatral Sindicacto, com quem o referido duo experimentaria a interacção entre Música e texto declamado. Aliás, Tawne é resultado directo desse cozinhado de letras, notas, de emoções e cargas diversas, receita plena de ingredientes secretos que espreitam e emanam por detrás de cortinados.

Ao trio juntou-se o clarinetista Ricardo, convidado do João, músico que deixou uma veemente marca graças à sua maturidade musical. Embora algumas composições antecedessem a chegada deste novo membro, o repertório foi-se acumulando e alterando…

Devido a dificuldades de conjugação de horários, o projecto esteve parado cerca de três anos. Regressa há pouco mais de um ano, mas sem a integração do João. Durante este novo período o duo resistente bateu-se com composição e com a procura de mais membros. A chegada do guitarrista Eduardo Crespo trouxe a cor que se desejava e algo mais além. Junta-se ainda o teclista João Costa que, por sua vez, representa as crescentes possibilidades musicais dos teclados para um projecto que vivia primordialmente das sonoridades oferecidas pelo baixo e bateria; só depois voz, clarinete, guitarra e finalmente teclas.

Assim, a propósito de intersecções e itinerários, Tawne deambula - figurativamente a respeito da Música e de modo literal em termos geográficos - por espaços diferentes, partindo da Abrunheira e estacionando para trabalhos no Bairro Alto, alimentado pelos diferentes afluentes que nesta banda convergem, mostrando que a distância mais proveitosa entre A(brunheira) e B(airro Alto) não tem de ser uma linha recta. O proveito tiramo-lo tocando, por mais sinuoso que o trajecto seja, possa ser.

Bilhetes: 3€ / 5€ não sócios

www.myspace.com/tawneband

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